Antiga Fábrica de Tecidos
sábado, 31 de março de 2012
Restaurante Mocambo
RESTAURANTE MOCAMBO, SITUADO NO KM 535 da BR 135, EM AUGUSTO DE LIMA. UMA EXCELENTE OPÇÃO DE PARADA: LOCAL BONITO, BOM ATENDIMENTO, COMIDA EXCELENTE -- E QUE PERNIL!
sexta-feira, 30 de março de 2012
Bolo de cenoura

Receita:
Ingredientes:
3 cenouras grandes
4 ovos
1 copo de requejão quaze cheio de óleo
3 copos de requeijão de farinha de trigo com fermento
2 copos de requeijão de açúcar
Modo de Fazer:
Descasque a cenoura e corte em rodelas, leve ao liquidificador e bata junto com os ovos e o óleo. Enquanto bate, você misture em uma bacia a farinha de trigo e o açúcar. Pronto, depois que bateu bem a mistura no liquidificador leve para a bacia que está com a farinha e o açúcar e misture bem com uma colher de pau.
Unte uma forma de tamanho médio e leve ao forno alto por uns 40-50 minutos.
Saudade – Martha Medeiros
Trancar o dedo numa porta dói.
Bater com o queixo no chão dói.
Torcer o tornozelo dói.
Um tapa, um soco, um pontapé doem.
Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim.
Mas o que mais dói é a saudade.
Saudade de um irmão que mora longe.
Saudade de uma cachoeira da infância.
Saudade de um filho que estuda fora.
Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais.
Saudade do pai que morreu,
Do amigo imaginário que nunca existiu.
Saudade de uma cidade.
Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa.
Doem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama.
Saudade da pele, do cheiro, dos beijos.
Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá.
Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde.
Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã.
Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é basicamente não saber.
Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio.
Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia.
Não saber se ela ainda usa aquela saia.
Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu.
Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania de estar sempre ocupada;
se ele tem assistido às aulas de inglês, se aprendeu a entrar na Internet e encontrar a página do Diário Oficial;
se ela aprendeu a estacionar entre dois carros; se ele continua preferindo Malzebier; se ela continua preferindo suco de melancia; se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados;
se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor; se ele continua cantando tão bem; se ela continua detestando o MC Donald’s; se ele continua amando;
se ela continua a chorar até nas comédias.
Saudade é não saber mesmo!
Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos; não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento; não saber como frear as lágrimas diante de uma música;
não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer.
É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos.
É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela.
Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer…
Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você, provavelmente, está sentindo
agora depois que acabou de ler.
terça-feira, 27 de março de 2012
Que educação é essa de hoje em dia?
Vivemos em uma educação de quantidade (somente dados divulgados pelos governos) para ‘mascarar’ a realidade, e não de qualidade (alunos com aprendizado científico, moral, ético, cidadão, crítico, consciente, inovador...). Parece que vivemos em um país do “faz de conta”! Teoria e prática, pelo menos no Brasil, não estão articuladas! Projetos e mais projetos (lindos e faraônicos), mas na realidade, não acontece nada do que é proposto pelos mesmos. Lógico que temos milhões de crianças nas Escolas! Mas será que elas estão aprendendo de verdade? Elas querem aprender? As instituições educacionais possuem condições adequadas para o aprendizado? Mais além ainda, parece que alunos atualmente só possuem direitos nas Escolas! E os deveres? Onde eles estão? Quantos e quantos alunos ‘passam’ de uma série para a outra em nosso país, mas eles sabem, autenticamente, o básico dos conteúdos? Com o passar das décadas, a educação está afundando literalmente e nossos políticos não fazem nada! Só fazem projetos e mais projetos utópicos! Precisamos é de uma grande valorização aos professores, pagar bem esses profissionais, que já não agüentam mais os valores ganhos em sua jornada de trabalho. Precisamos é de criar nos alunos, as mentalidades de respeito ao próximo, de ser de verdade, um cidadão consciente de seus atos! Mas isso, infelizmente, está se fragmentando com o passar dos tempos. É de poderio da família cuidar e manter seus filhos educadamente em diversos lugares da sociedade. É dever da instituição FAMÍLIA, cuidar e zelar pela formação moral dos seus filhos! Está acontecendo o contrário. O papel de mostrar a moralidade e a formação cidadã básica está ficando com as Escolas! Lógico que a Escola, os professores formam e mostram dia a dia essas ideias, mas é dever fundamental das famílias. Cabe à Escola a formação dos indivíduos, a disseminação de conteúdos, de mostrar a realidade dos acontecimentos, de cidadania, de formação ética, de resgate cultural, de pluralidade e de interdisciplinaridade... O papel maior das Escolas está ficando de lado, e assim, os profissionais estão tomando as ações que deveriam ser dos pais. O pior de tudo é que vários alunos são ‘empurrados’ para as séries seguintes sem saber ler e escrever corretamente. E a culpa não é dos professores! A culpa é de um sistema que determinas as regras do jogo! Que educação é essa? Somente dados e mais nada! Temos que ter qualidade ao ensino, e acima de tudo, os alunos tem que estar aptos aos estudos. O verbo querer está longe de uma maioria de alunos! Querer ser melhor, querer almejar uma vida diferente, querer buscar novas oportunidades de trabalho futuramente, de querer consolidar o sonho de uma faculdade, de querer se ‘gente’ melhor num futuro próximo, de querer entender o que é de verdade, um futuro promissor! A palavra de hoje refere-se à tristeza! Que nossa educação está se fragmentando em flagelos! Vivemos uma época de grande desvalorização educacional! Como buscar as mudanças? Governos só mostram estatísticas! Mas e na prática mesmo, como estão as nossas Escolas? Professores vivendo vários tipos de violências! Reflexo de um despreparo familiar terrível! Nossa educação requer mudanças radicais! Não se pode deixar pra investir amanhã, o correto é investir agora, para que possamos ‘colher’ as mudanças nas próximas décadas! Formar/conscientizar uma juventude exige tempo! Com certeza, sempre em escala maior, para termos os resultados! Estamos ‘ilhados’ na educação! Tudo parece belo, mas no fundo estamos inertes no mesmo lugar e anos! Não se faz uma educação de qualidade somente com projetos mirabolantes! Faz uma educação de qualidade valorizando os professores, pagando-os adequadamente, mostrando fielmente os direitos e os deveres dos alunos; dando condições corretas para trabalhar; não permitindo salas superlotadas; exigindo adequações à realidade de cada lugar; buscando conciliar sempre a comunidade em geral, família e Escolas! Segundo o relatório do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), em 2010, mostra o Brasil na 73ª posição entre 169 países. Apontando a educação de baixa qualidade como principal problema para essa posição. Ainda, falta e muito para progredirmos e conseguirmos alcançar outros patamares melhores! Como melhorar nossas instituições escolares? Cobranças da população, intervenção total do poder público, o querer mudar dos alunos e toda comunidade escolar, empresas e cidadãos comuns... Todos em prol das mudanças! E os valores dos impostos ganhos pelo nosso país, especialmente em Minas Gerais? Não poderia ser de grande validade, ter o dinheiro pago pela população em benefícios de nossa educação de qualidade?
Juan Wagner Honorato
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sábado, 31 de março de 2012
Restaurante Mocambo
RESTAURANTE MOCAMBO, SITUADO NO KM 535 da BR 135, EM AUGUSTO DE LIMA. UMA EXCELENTE OPÇÃO DE PARADA: LOCAL BONITO, BOM ATENDIMENTO, COMIDA EXCELENTE -- E QUE PERNIL!
sexta-feira, 30 de março de 2012
Bolo de cenoura

Receita:
Ingredientes:
3 cenouras grandes
4 ovos
1 copo de requejão quaze cheio de óleo
3 copos de requeijão de farinha de trigo com fermento
2 copos de requeijão de açúcar
Modo de Fazer:
Descasque a cenoura e corte em rodelas, leve ao liquidificador e bata junto com os ovos e o óleo. Enquanto bate, você misture em uma bacia a farinha de trigo e o açúcar. Pronto, depois que bateu bem a mistura no liquidificador leve para a bacia que está com a farinha e o açúcar e misture bem com uma colher de pau.
Unte uma forma de tamanho médio e leve ao forno alto por uns 40-50 minutos.
Saudade – Martha Medeiros
Trancar o dedo numa porta dói.
Bater com o queixo no chão dói.
Torcer o tornozelo dói.
Um tapa, um soco, um pontapé doem.
Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim.
Mas o que mais dói é a saudade.
Saudade de um irmão que mora longe.
Saudade de uma cachoeira da infância.
Saudade de um filho que estuda fora.
Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais.
Saudade do pai que morreu,
Do amigo imaginário que nunca existiu.
Saudade de uma cidade.
Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa.
Doem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama.
Saudade da pele, do cheiro, dos beijos.
Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá.
Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde.
Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã.
Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é basicamente não saber.
Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio.
Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia.
Não saber se ela ainda usa aquela saia.
Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu.
Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania de estar sempre ocupada;
se ele tem assistido às aulas de inglês, se aprendeu a entrar na Internet e encontrar a página do Diário Oficial;
se ela aprendeu a estacionar entre dois carros; se ele continua preferindo Malzebier; se ela continua preferindo suco de melancia; se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados;
se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor; se ele continua cantando tão bem; se ela continua detestando o MC Donald’s; se ele continua amando;
se ela continua a chorar até nas comédias.
Saudade é não saber mesmo!
Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos; não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento; não saber como frear as lágrimas diante de uma música;
não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer.
É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos.
É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela.
Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer…
Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você, provavelmente, está sentindo
agora depois que acabou de ler.
terça-feira, 27 de março de 2012
Que educação é essa de hoje em dia?
Vivemos em uma educação de quantidade (somente dados divulgados pelos governos) para ‘mascarar’ a realidade, e não de qualidade (alunos com aprendizado científico, moral, ético, cidadão, crítico, consciente, inovador...). Parece que vivemos em um país do “faz de conta”! Teoria e prática, pelo menos no Brasil, não estão articuladas! Projetos e mais projetos (lindos e faraônicos), mas na realidade, não acontece nada do que é proposto pelos mesmos. Lógico que temos milhões de crianças nas Escolas! Mas será que elas estão aprendendo de verdade? Elas querem aprender? As instituições educacionais possuem condições adequadas para o aprendizado? Mais além ainda, parece que alunos atualmente só possuem direitos nas Escolas! E os deveres? Onde eles estão? Quantos e quantos alunos ‘passam’ de uma série para a outra em nosso país, mas eles sabem, autenticamente, o básico dos conteúdos? Com o passar das décadas, a educação está afundando literalmente e nossos políticos não fazem nada! Só fazem projetos e mais projetos utópicos! Precisamos é de uma grande valorização aos professores, pagar bem esses profissionais, que já não agüentam mais os valores ganhos em sua jornada de trabalho. Precisamos é de criar nos alunos, as mentalidades de respeito ao próximo, de ser de verdade, um cidadão consciente de seus atos! Mas isso, infelizmente, está se fragmentando com o passar dos tempos. É de poderio da família cuidar e manter seus filhos educadamente em diversos lugares da sociedade. É dever da instituição FAMÍLIA, cuidar e zelar pela formação moral dos seus filhos! Está acontecendo o contrário. O papel de mostrar a moralidade e a formação cidadã básica está ficando com as Escolas! Lógico que a Escola, os professores formam e mostram dia a dia essas ideias, mas é dever fundamental das famílias. Cabe à Escola a formação dos indivíduos, a disseminação de conteúdos, de mostrar a realidade dos acontecimentos, de cidadania, de formação ética, de resgate cultural, de pluralidade e de interdisciplinaridade... O papel maior das Escolas está ficando de lado, e assim, os profissionais estão tomando as ações que deveriam ser dos pais. O pior de tudo é que vários alunos são ‘empurrados’ para as séries seguintes sem saber ler e escrever corretamente. E a culpa não é dos professores! A culpa é de um sistema que determinas as regras do jogo! Que educação é essa? Somente dados e mais nada! Temos que ter qualidade ao ensino, e acima de tudo, os alunos tem que estar aptos aos estudos. O verbo querer está longe de uma maioria de alunos! Querer ser melhor, querer almejar uma vida diferente, querer buscar novas oportunidades de trabalho futuramente, de querer consolidar o sonho de uma faculdade, de querer se ‘gente’ melhor num futuro próximo, de querer entender o que é de verdade, um futuro promissor! A palavra de hoje refere-se à tristeza! Que nossa educação está se fragmentando em flagelos! Vivemos uma época de grande desvalorização educacional! Como buscar as mudanças? Governos só mostram estatísticas! Mas e na prática mesmo, como estão as nossas Escolas? Professores vivendo vários tipos de violências! Reflexo de um despreparo familiar terrível! Nossa educação requer mudanças radicais! Não se pode deixar pra investir amanhã, o correto é investir agora, para que possamos ‘colher’ as mudanças nas próximas décadas! Formar/conscientizar uma juventude exige tempo! Com certeza, sempre em escala maior, para termos os resultados! Estamos ‘ilhados’ na educação! Tudo parece belo, mas no fundo estamos inertes no mesmo lugar e anos! Não se faz uma educação de qualidade somente com projetos mirabolantes! Faz uma educação de qualidade valorizando os professores, pagando-os adequadamente, mostrando fielmente os direitos e os deveres dos alunos; dando condições corretas para trabalhar; não permitindo salas superlotadas; exigindo adequações à realidade de cada lugar; buscando conciliar sempre a comunidade em geral, família e Escolas! Segundo o relatório do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), em 2010, mostra o Brasil na 73ª posição entre 169 países. Apontando a educação de baixa qualidade como principal problema para essa posição. Ainda, falta e muito para progredirmos e conseguirmos alcançar outros patamares melhores! Como melhorar nossas instituições escolares? Cobranças da população, intervenção total do poder público, o querer mudar dos alunos e toda comunidade escolar, empresas e cidadãos comuns... Todos em prol das mudanças! E os valores dos impostos ganhos pelo nosso país, especialmente em Minas Gerais? Não poderia ser de grande validade, ter o dinheiro pago pela população em benefícios de nossa educação de qualidade?
Juan Wagner Honorato
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